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Baterista do Rush divaga sobre história e tristeza em viagem

07 de junho de 2014
1 min de leitura

Em ‘Ghost rider’, músico conta a história de uma viagem que fez depois de perder a mulher

Em 4 de julho de 1997, o mundo de Neil Peart, baterista do grupo de rock canadense Rush, começou a ruir. Naquele dia, sua única filha, Selena morreu em um acidente de carro. Dez meses depois, sua mulher, Jacqueline, morreu de câncer. O que faz um sujeito diante de tragédias como essas? Se você é Peart, milionário e apaixonado por viagens, larga tudo, pega sua possante BMW e parte para uma turnê sem destino. É essa viagem que ele descreve em Ghost rider – a estrada da cura (Belas Letras, 513 pp, R$ 32,90 – Tradução de Candice Soldatelli), lançado originalmente em 2002 e que chega agora ao Brasil. Por 14 meses, Peart viajou do Canadá ao Alasca, e depois desceu até México e Belize. Foram 90 mil quilômetros, mais de duas vezes a circunferência da terra. Ghost Rider traz lembranças dessa viagem, cartas escritas para amigos e divagações sobre literatura, história e natureza.

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