Autor Rafael Sperling faz oposição ao esteticamente correto
Seu livro ‘Um homem burro morreu’ foi lançado pela Oito e Meio
Na última página de Um homem burro morreu (Oito e Meio, 130 pp, R$ 35), disfarçado de um posfácio escrito pelo autor, encontra-se um texto chave para o leitor interessado em entender o estilo de Rafael Sperling. Sperling não sabe, ou não quer, ou não pretende escrever bonito. E assim ele conduziu o seu segundo livro por um caminho repleto de escatologia, violência, delírios, ironias e desesperanças. Um homem burro morreu é um livro constituído de 27 pequenos contos, relatos e crônicas. Dialoga com desenhos animados, como em Bêngolas na minha estratosfera real, que conta a história de um personagem que é sugado pela sua privada e vai parar numa outra dimensão onde encontra o próprio escritor e seu cachorro.
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