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Minha obra não foi fabricada pelo marketing, diz autor de best-seller

24 de maio de 2014
2 min de leitura

Sexto livro de Joël Dicker, ‘Harry Quebert vendeu mais de 1 milhão de exemplares na França. Autor estará na Flip.

Nos últimos dois anos a vida de Joël Dicker se tornou, como ele mesmo gosta de definir, um “redemoinho maluco”. Em janeiro de 2012, era um escritor desconhecido. Hoje, aos 28 anos, é chamado de “fenômeno mundial”. O turbilhão que tomou sua vida surgiu em setembro de 2012, quando Dicker publicou na França A verdade sobre o caso Harry Quebert. O livro chega agora ao Brasil, lançado pela editora Intrínseca, cercado de altas expectativas. No final de julho, o autor vem ao Brasil a convite da Flip. Harry Quebert é um catatau de quase 600 páginas e vários personagens, repleto de jogos metalinguísticos, cuja história, escrita originalmente em francês, transcorre no interior dos EUA, oscilando entre passado e presente. Não parece exatamente a receita de um best-seller internacional, mas foi exatamente isso que ele se tornou. “É realmente mágico tudo o que vem ocorrendo”, diz o autor. “Meu livro não foi fabricado pelo marketing. As pessoas realmente gostaram. Foi tudo muito espontâneo.” O romance já foi vendido para mais de 30 países. Na Itália e na Espanha, alcançou o topo da lista dos mais vendidos, desbancando Inferno, de Dan Brown. 

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