Roberto Carlos entra no Supremo contra biografia
Músico cria instituto para combater obras não autorizadas por biografados
O cantor Roberto Carlos entrou nesta quinta (15) com um pedido no Supremo Tribunal Federal para participar do processo que discute a publicação ou a exibição de biografias não autorizadas por biografados ou herdeiros. Em dezembro, ele criou o Instituto Amigo para poder participar do caso como parte interessada na causa. A entidade foi criada no mês seguinte à saída de Roberto do Procure Saber, grupo formado por Caetano Veloso e Chico entre outros. Roberto alegou divergências com o grupo, que decidiu então deixar a questão das biografias de lado. “Imaginávamos que seríamos representados pelo Procure Saber. Como o Roberto deixou o grupo, decidiu criar o instituto para garantir que todos os lados sejam ouvidos pelos ministros do Supremo”, explica Dody Sirena, empresário de Roberto Carlos. Segundo ele, o instituto era um projeto antigo para facilitar doações sociais que o músico faz.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
