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O preço de ‘simplificar’ Machado e José de Alencar

10 de maio de 2014
1 min de leitura

Coluna Babel apura que MinC autorizou a captação de R$ 1.530.480 para projeto de adaptação de Machado de Assis

Às vésperas do lançamento de suas adptações de O alienista, de Machado de Assis, e de A pata da gazela, de José de Alencar, projeto que gerou polêmica entre leitores que se revoltaram com a ideia de ver palavras de autores clássicos alteradas e simplificadas, a escritora Patricia Engel Secco se recusou a falar sobre os valores de seu projeto. Mas a coluna Babel apurou que, em 2009, ela pediu autorização ao Ministério da Cultura para captar R$ 1.530.480. A proposta era “escolher quatro títulos de autores brasileiros e editá-los de forma que os livros sejam acessíveis e de fácil leitura”. Deixaram que ela pedisse R$ 1.455.980 – no parecer, excluíram o custo de R$ 36 mil destinado a coordenação e reduziram outros gastos. Ela captou R$ 1.039.000 e fez dois livros, que serão distribuídos gratuitamente. Entre os apoiadores, a Mahle Metal Leve e a Tortuga Companhia Zootécnica – ambas deram R$ 200 mil. Segundo o MinC, a prestação de contas está sendo analisada.

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