Feira de Londres: onde o boca-a-boca funciona
Na era digital, eventos como o de Londres se justifica por uma única razão: o contato cara-a-cara
Enquanto você lê esse artigo, os trabalhos na Feira de Londres já começaram e, em alguns casos até já se completaram. Por semanas ou meses, agentes se mexeram para fazerem as suas agendas de rodadas e reuniões intermináveis; scouts ficaram ocupados fazendo suas recomendações e, talvez mais importante até, compilando listas de livros que os editores não deveriam comprar independente do que fosse dito pelos agentes. Os editores, por sua vez, planejam alguns momentos de folga para preservar a energia e a atenção para o que realmente importa. Mas por que, na era digital, ainda precisamos de conferências e eventos como esses? Bem, isso é simples: o contato humano. Estes encontros servem também para conectar pessoas e coisas surpreendentes podem acontecer quando você recebe pessoas interessadas no mundo do livro. Os seres humanos, mesmo os mais devotados à ocupação solitária da leitura, ainda têm necessidades de se encontrarem cara-a-cara para conversarem, discutirem, debaterem, fofocarem e trocarem ideias. A verdade permanece: simplesmente não há substituto para o boca-a-boca.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta
