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Economista encontrou na publicação de coletâneas um nicho editorial

19 de março de 2014
1 min de leitura

São 22 títulos publicados, com mais um a caminho para lançamento em abril e outros dois já acertados.

O hábito de escrever longas cartas, madrugada adentro ajudou o economista Fabio Giambiagi a desenvolver a prática da escrita, a disciplina e a capacidade de dormir pouco. São 22 títulos publicados, com mais um a caminho para lançamento em abril e outros dois já acertados. O economista escreveu livros sozinho e em coautoria -como Finanças Públicas, teoria e prática no Brasil (Campus Elsevier, 536 pp. R$ 147), em parceria com Ana Cláudia Além e Além da euforia (Campus Elsevier, 312 pp, R$ 88,90) em coautoria com Armando Castelar Pinheiro. Desenvolveu também uma grande produção como organizador de coletâneas, para as quais costuma contribuir como autor de um capítulo. O economista conta que a ideia de um livro amadurece durante dois ou três anos de “conversas com o travesseiro”. Depois é preciso, normalmente, um ano de trabalho. O ganho da venda das coletâneas é doado a uma instituição que atende crianças com problemas cardíacos. 

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