Psicólogo fala sobre mitomania
Em seu livro lançado agora no País, José María Martínez Selva trata de Nixon a Günter Grass
De Nixon ao escritor alemão Günter Grass, Nobel de Literatura, que confessou, em 2006, ter pertencido à Waffen-SS nazista, passando pelo francês Jean-Claude Roman, que enganou a família ao fingir ser por médico de uma organização internacional, matando os pais, mulher e filhos para não ter de contar a verdade, o mundo está cheio de mentirosos. Em seu livro A grande mentira (Perspectiva, 600 pp., R$ 86), o psicólogo espanhol José María Martínez Selva explora esses e outros casos de intelectuais, políticos, esportistas e jornalistas que engaram o público para obter vantagens – ou simplesmente conquistar o afeto das pessoas. O psicólogo fala de Günter Grass, de Jean-Claude Roman e do mitômano Enric Marco, que simulou ter passado por um campo de concentração nazista, todos obrigados a confessar suas grandes mentiras em busca de redenção.
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