Confraria de colecionadores quer criar museu para quadrinhos
Grupo se reúne todos os sábados no Rio, sob o elevado da Perimetral
Com cerca de 50 integrantes, a Confraria do Gibi se encontra, todo sábado sob o elevado da Perimetral, no centro do Rio, para trocar informações, vender e exibir suas conquistas. Um deles é o contador Ranieri de Andrade, que conseguiu amealhar um conjunto de mais de 60 mil revistas. Andrade tem uma casa só para o acervo, e gasta R$ 5 mil mensais com a manutenção e o pagamento de uma funcionária responsável pelo material. Mas o que ele quer mesmo é fundar um museu do gibi, em que tudo seja mantido catalogado, acondicionado sob temperatura controlada e protegido da umidade e de ladrões. Já há dez anos o contador vem procurando imóveis que sirva ao museu e buscando empresas que patrocinem o projeto.
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