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Com rap e carinho do público, artistas expõem nova Alemanha na Bienal

02 de setembro de 2013
2 min de leitura

País homenageado da 16ª Bienal do Livro do Rio conquista o público

País homenageado da 16ª Bienal do Livro do Rio, a Alemanha dribla as barreiras da língua e conquista o público. Um exemplo do esmero alemão em expor sua cultura é o palco integrado ao estande de 400 m² montado no Riocentro, Barra da Tijuca, zona leste do Rio. Para derrubar o estigma de que a cultura do país europeu se resume aos clássicos do romancismo do século 19, da música clássica ou da filosofia, a Alemanha trouxe talentos jovens como Bas Böttcher, um artista multiplataforma que combina poesia, música e interpretação. Para superar as diferenças entre o idioma alemão e o português, Böttcher conta só com a simpatia e o apoio de uma tela de TV que exibe as legendas de seu rap de rimas intrincadas para o público brasileiro. A poesia do artista alemão está registrada no livro Bas, lançado no ano passado, mas é nas performances ao vivo que ele tem feito mais sucesso na Bienal do Rio. Ainda que o público não entenda por inteiro as rimas (que se perdem nas legendas em português), e que as poesias tratem de temas tão distantes da atmosfera carioca quanto o inverno em Berlim, a cada apresentação o poeta-rapper é requisitado por dezenas de novos fãs para fotos e autógrafos.

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