Alta Fidelidade, livro de uma geração, é relançado; veja o que pensa Nick Hornby
Dois títulos do escritor serão lançados pela Companhia das Letras
A geração de 30 e poucos que bebe da cultura pop sabe o ano da publicação de sua bíblia: 1995. Foi quando o escritor inglês Nick Hornby, 56, então com 38 anos, publicou Alta Fidelidade e revelou os “adultescentes” que queriam se apaixonar a toda hora, ter ambições além de um emprego burocrata e tirar sarro de quem não conhecia um novo Nirvana.[…] Dezoito anos depois, Alta Fidelidade (312 pp., R$ 39) é relançado no Brasil, como nova tradução, de Christian Schwartz, ao lado do primeiro trabalho do britânico, Febre de Bola (1992) (352 pp., R$ 39), sobre sua relação obsessiva com o time do Arsenal – Uma Longa Queda (2005), o quinto livro, sai ano que vem, parte de um leilão entre editoras que, vencido pela Companhia das Letras, tirou essas obras da Rocco. Clique na matéria para ler a entrevista que Hornby concedeu por e-mail à Folha.
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