O mundo é uma bola
Em livro, ex-jogadora americana conta os bastidores da viagem por 25 países em cinco continentes para filmar documentário sobre as peladas pelo mundo
Os nomes mudam (“picado” na Argentina, “pickup soccer” nos Estados Unidos), os campos podem ser de asfalto, terra ou grama e as balizas podem ser tão flexíveis quanto um par de chinelos cravados na areia. O que não muda, independentemente do país, é o espírito do futebol informal jogado por amadores ou ex-profissionais, a nossa famosa pelada. A certeza de que um espaço vazio e uma bola são suficientes para garantir diversão em qualquer lugar do planeta foi a motivação de Gwendolyn Oxenham, uma ex-jogadora de futebol americana, para transformar essas histórias em um documentário. O intenso giro por 25 países em cinco continentes, que durou três anos, não coube no vídeo e se desdobrou no livro Pelada: uma volta ao mundo pelo prazer de jogar futebol (Zahar, 320pp., R$44,9 impresso, R$29,90 e-book, trad. Juliana Lemos), recém-lançado no Brasil.
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