O negócio dos livros no mundo árabe
Feira de Abu Dabi atrai editores de vários países para comprar e vender títulos
Até hoje, editores marroquinos, egípcios, tunisianos, libaneses, palestinos, líbios, argelinos, somalis, sauditas e de alguns países de fora do mundo árabe se reúnem na capital dos Emirados Árabes para vender livros, fazer contatos, atualizar-se – há uma série de palestras para profissionais, como na Feira de Frankfurt que, aliás, foi parceira do evento árabe até 2012 – e negociar direitos. Há cinco anos, a organização teve a ideia de oferecer apoio financeiro a quem comprasse, na feira, os direitos de um livro estrangeiro para publicação em árabe ou o contrário. Deu tão certo que já foram concedidas 500 bolsas de edição no valor de US$ 1 mil cada uma.
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