Bullying vira tema editorial
Autores dizem sentir ligação com leitores que são vítimas
Ninguém gosta de um prepotente, com exceção, hoje em dia, da indústria de livros. As editoras estão enchendo o mercado de títulos que abordam o bullying. Os livros se destinam a todas as faixas etárias –como Bully, um livro de imagens para crianças, The Bully Book, para adolescentes, sobre um menino comum que, de repente, se torna a vítima preferida de todo mundo, ou Sticks and Stones, de Emily Bazelon, um lançamento para adultos que inclui histórias e análises. Segundo o WorldCat, catálogo de acervos de bibliotecas do mundo todo, os livros em inglês rotulados com a palavra-chave “bullying” em 2012 eram 1.891, um aumento de 500 títulos em uma década. […] O surto de livros antibullying reflete um alarme cultural mais amplo sobre o problema, instigado em parte por vários casos de grande repercussão e por bullyings cibernéticos que resultaram em suicídios nos Estados Unidos.
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