Reserva digital: a Brasiliana
Biblioteca estreia em um prédio projetado para abrigar o acervo e os equipamentos para sua digitalização
Há seis anos, o maior colecionador de obras do País, José Mindlin, doou o seu acervo de 32 mil títulos e 60 mil volumes para a USP. Foi o pontapé inicial para a criação da Brasiliana, biblioteca que existe virtualmente desde 2009 e agora está no mundo físico. Ela foi inaugurada oficialmente no último sábado, em um moderno edifício desenhado especialmente para receber o acervo e a toda a infraestrutura necessária para a sua digitalização. […] Só que, até agora, apenas 10% dos 32 mil documentos cedidos por Mindlin estão no ar. Para Pedro Puntoni, coordenador da Brasiliana e professor do departamento de História, a vagareza tecnológica não representa um problema. A pedra no sapato é jurídica. Cerca de metade das raridades de Mindlin não poderiam, legalmente, ser digitalizadas e, consequentemente, liberadas para acesso público.
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