E-books respondem por 17% da receita da Penguin em 2012
Aumento de 5% em relação a 2011
Quando um plano de negócios é bem feito, não tem erro: bons resultados virão. Essa mesma sentença vale para os e-books. Na Cultura, por exemplo, 3% dos livros vendidos são digitais, número alcançado após a parceria com a Kobo. Já na Penguin, uma das maiores editoras do mundo, 17% da receita global é oriunda da venda de livros digitais, resultado expressivo contra os 12% de 2011. Os dados foram divulgados pelo Grupo Pearson em um relatório com resultados financeiros preliminares de 2012. A receita global do conglomerado – que, além da Penguin, inclui o jornal Financial Times e outras empresas de educação – foi de US$ 9,2 bilhões, o que indica que o faturamento com e-books não foi menos do que significativo. Já a receita geral teve crescimento de apenas 1%.
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