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Pequeno setentão

09 de janeiro de 2013
1 min de leitura

Às vezes a gente se distrai e isso basta!

Não foi nem por influência do filósofo alemão Martin Heidegger, que já qualificou a obra de Antoine de Saint-Exupéry como um dos grandes livros existencialistas do século 20, nem para seguir as recomendações de leitura da Miss Maranhão 2012, que, fiel aos protocolos, declarou, no mais recente Miss Brasil, ter lido a fábula duas vezes. Tomei coragem [de ler O Pequeno Príncipe] após analisar a lista de livros mais vendidos no Brasil, em 2012, do site PublishNews.com.br. Bati o olho e notei, entre os 20 títulos triunfantes, os três lúbricos tomos de Cinquenta Tons de Cinza, os luminares conselhos de Edir Macedo e do padre Marcelo e outras obras recentes. Mas eis que no 15º posto encontro O Pequeno Príncipe. Como explicar?

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