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Graphic novel faz viagem psicodélica à cultura mexicana

09 de dezembro de 2012
1 min de leitura

Em ‘Guadalupe’ dupla atravessa o país latino munida de cogumelos mágicos

“Às vésperas de completar 30 anos, tudo o que Guadalupe Vega quer é esquecer o trabalho que tem no sebo de Minerva, seu tio travesti. No meio do pior engarrafamento do ano, a moça fica sabendo que a avó, Milagros, morreu ao chocar sua scooter com um tacomóvel.” Assim começava a sinopse que a poeta gaúcha Angélica Freitas apresentou ao conterrâneo Odyr Bernardi, há cerca de três anos. No meio do caminho, entrariam novas versões de roteiro, doses de mescal, deuses histéricos, uma comédia ligeira e o som do grupo Village People. Na graphic novel Guadalupe (Quadrinhos na Cia., 32 pp., R$ 120), que a dupla acaba de lançar, a protagonista e seu tio têm de atravessar o México com o caixão de sua avó num furgão, para garantir seu último desejo: um enterro com banda de música em Oaxaca, cidade onde nasceu.

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