Livro digital pode dar impulso ao mercado editorial no País
Editoras dizem que o faturamento com o digital não chega a 1% do total das vendas. Algumas casas preveem que o valor chegará a 10% em 2013
As pequenas e médias livrarias resistem bravamente, têm receio de que o digital precipite o funeral das lojas de rua – fenômeno observado nos Estados Unidos e na Inglaterra e que a França tenta conter com uma série de medidas estatais. Aqui, a Associação Nacional de Livrarias pede, em carta endereçada a Dilma Rousseff, Marta Suplicy, editoras e entidades do livro, que a versão digital seja lançada 120 dias depois da versão em papel e que o desconto não ultrapasse 30%. Tudo para não tirar as lojas independentes do jogo. Mas, se elas quiserem vender e-book, também podem, já que há uma série de empresas oferecendo e-bookstores terceirizadas. Contrata-se o serviço, o site vira uma loja virtual e uma distribuidora fica responsável pela venda. O lucro é dividido.
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