Talento é fundamental, mas não é suficiente, diz poeta
Em fim de ano agitado, poeta Ferreira Gullar lança livros com textos para teatro, ilustrações e reedições
O poeta Ferreira Gullar mora desde 1979 em um prédio de esquina da rua Duvivier, em Copacabana, onde embaixo já funcionou uma boate. Avô de oito netos e bisavô de seis, casado com a poeta Cláudia Ahimsa (nascida em 1963), o escritor de 82 anos tem uma vida tão intensa quanto a do bairro onde mora. Neste fim de ano, a editora José Olympio leva às livrarias a primeira edição avulsa da peça O Homem como Invenção de Si Mesmo – Monólogo em um Ato (2006), que só fora publicado no conjunto de Poesia Completa, Teatro e Prosa (2008, ed. Nova Aguilar). Como se recusa a viajar de avião, o poeta enfrentou na semana passada seis horas de estrada para ir a São Paulo receber o Prêmio Jabuti de ilustração por Bananas Podres (Casa da Palavra), com colagens que ilustram poemas seus de outras obras. Clique em Leia Mais para ler a entrevista com o poeta Ferreira Gullar.
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