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Autores argentinos reivindicam ajuda estatal

27 de agosto de 2012
2 min de leitura

Lei representa uma enorme ajuda para escritores de longa trajetória, mas escassos recursos.

Com o lema “aos criadores, seus direitos”, escritores argentinos mergulharam numa nova batalha cultural. Depois de terem conseguido aprovar, em 2009, uma lei sobre o “Reconhecimento ao serviço literário” na Assembleia Legislativa de Buenos Aires, um grupo liderado pela Sociedade de Escritoras e Escritores Argentinos(SEA) começou a recolher assinaturas no Congresso Nacional para apresentar um projeto que prevê estender a ajuda estatal a homens e mulheres de letras de todo o país. Atualmente, 80 beneficiários da lei portenha estão recebendo o subsídio vitalício de 4 mil pesos mensais (cerca de US$ 870), à disposição de qualquer pessoa que tenha mais de 60 anos, seja argentino ou tenha vivido mais de 15 anos na capital do país, e seja autor de cinco obras publicadas nos gêneros de literatura, poesia, ensaio ou teatro. Também podem solicitar este reconhecimento inédito no mundo “pessoas que tenham uma trajetória pública constante na criação literária, não inferior a dez anos”, segundo explicou ao GLOBO a presidente da SEA, Graciela Araoz.

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