Bienal vive impasse entre vender livros e promover leitura
Marco Rodrigo Almeida, Matheus Magenta, Raquel Cozer
O jornal Folha publicou hoje uma matéria sobre a participação de autores e editoras na Bienal. O editor Luiz Schwarcz diz que a Companhia das Letras participa das bienais “porque não é simples ficar de fora de um evento dessa proporção”. Elogia as atividades escolares, mas concorda que é preciso repensar o modelo. Breno Lerner, superintendente da Melhoramentos, diz que a Bienal vive um impasse entre ser uma feira para venda de livros ou um local para promoção do livro e da leitura. A indefinição prejudicaria ambos os aspectos. Ele sugere que a Bienal ofereça mais debates, com dias reservados apenas para a divulgação de autores e obras.A programação cultural, aliás, tem sido um dos aspectos mais criticados desta edição, em especial pelo atraso nas definições.”
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