Poeta de rua imprime seus versos pela Oscar Freire
Papel, isopor e porta viram páginas de um livro de poesia ao ar livre.
O jornal Folha de São Paulo publicou no último final de semana a história de Ronaldo Breves, um poeta que divulga seus versos ao ar livre no bairro Jardins, em São Paulo. “Na esquina com a Peixoto Gomide, os poemas de Ronaldo se destacam do resto do ambiente, numa rua em que o metro quadrado comercial custa, em média, R$ 22 mil”. Os versos são gravados em pedaços de papelão, isopor e numa porta caprichosamente colocada na calçada, em frente a um prédio abandonado, fechado por blocos de concreto da Subprefeitura de Pinheiros, conta o diário. O poeta morador de rua é conhecido na região, querido por uns e não muito por outros.
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