Publicidade
Voltar CLIPPING

Em Na Estrada, vida é cheia de som e tédio

12 de julho de 2012
1 min de leitura

Obra-prima da geração beat ganha respeitosa leitura em tom humanista por Walter Salles

Usando o fator bocejo para saber se “Na Estrada”, a adaptação de Walter Salles para a obra-prima da geração beatnik, é bem-sucedida, tudo depende do público. O filme estreia no Brasil amanhã em mais de 110 salas. Quando escreveu “On the Road”, em 1951, Kerouac buscava uma forma inédita e revolucionária de texto, que reproduzisse com fidelidade a intensidade das experiências que vivera nos loucos anos passados nas estradas dos EUA. Durante três semanas, teclou num rolo de papel de 36 metros colocado na máquina de escrever, em apenas um parágrafo. On the Road demorou seis anos para ser publicado, com alterações, mas seu impacto é sentido até hoje.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade