Tensão pré-Amazon
Chegada da loja ao Brasil mexe com mercado editorial, que se mostra reticente à concorrência
“A palavra é apreensivo. A Amazon deixou o mercado brasileiro apreensivo.” A visão de Guto Kater, um dos representantes da Associação Nacional das Livrarias (ANL), ilustra o sentimento da indústria editorial do país, que conta os meses que faltam para a chegada da gigante americana do varejo online, a Amazon. A previsão era de que a empresa iniciaria as operações em setembro, o que por enquanto está descartado. Segundo um dos envolvidos ouvidos pelo Link, os contratos com quase 30 editoras e distribuidoras estão assinados ou em fase de conclusão. Questões de logística estão praticamente solucionadas. Problemas relacionados a impostos seriam o fator de impedimento. A empresa teria dificuldades em conciliar o sistema usado internacionalmente com os daqui.
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