A liberdade vigiada de Jonathan Franzen
Romancista americano vem ao Brasil com mais que literatura na cabeça
Jonathan Franzen, o grande romancista americano, está chateado com Madonna. Ela não sabe disso, pois nunca se encontraram pessoalmente. Só o que Franzen pode fazer é ficar de longe, atrás de seus binóculos, espreitando qualquer movimento no jardim da cantora. E ele faz isso todo dia. Essa estranha história de perseguição começou de forma inocente, há 11 anos, quando o escritor abalou a crítica norte-americana ao publicar As correções (2001). O livro resgatava um tipo de romance há muito esquecido na boa literatura do país e que pode ser descrito como “twisted relationships”. São romances familiares que estabelecem relações nas quais amor e ódio se confundem. Em julho, o norte-americano participa da Flip.
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