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Brava mulher

05 de maio de 2012
1 min de leitura

Nobel Herta Müller fala do terror das ditaduras e critica Günter Grass

Tortura, perseguição, medo e traição entranham vida e obra de Herta Müller. Ganhadora do Nobel de Literatura em 2009, a escritora romena-alemã de 59 anos volta a acertar as contas com seu passado atormentado em Sempre a mesma neve e sempre o mesmo tio, que acaba de sair no Brasil pelo Biblioteca Azul, novo selo da Globo Livros (248 pp., R$ 34,90 – Trad. Claudia Abeling). O lançamento reúne discursos, artigos e ensaios da autora, que falou com exclusividade à Folha – por e-mail e em alemão, exigências dela. Livro e entrevista revelam que independe a ordem do substantivo: Herta Müller é igualmente uma brava mulher e uma mulher brava.

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