O herói dos quadrinhos
Como Álvaro de Moya ajudou desenhistas e roteiristas de HQ a entrar pela porta da frente da arte
O status artístico que as histórias em quadrinhos atingiram no Brasil nos dias de hoje, com a chancela de um termo literário muito chique – “graphic novel” – e a fundação de selos dedicados ao gênero dentro de grandes editoras como a Companhia das Letras, esconde um passado de lutas históricas, nunca sangrentas, mas sempre renhidas. E um de seus principais combatentes é Álvaro de Moya, 81 anos. Ainda é porque acaba de lançar um livro que recupera historicamente um acontecimento decisivo para os quadrinhos mundiais ocorrido em São Paulo em 18 de junho de 1951: a Primeira Exposição Internacional de Histórias em Quadrinhos. [A reinvenção dos quadrinhos – Quando o Gibi passou de réu a herói (Editora Criativo).]
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