Erro de português em questões de concurso: problema que se repete
O tema ganhou destaque depois que um dos enunciados da prova para diplomata do Instituto Rio Branco veio com a palavra exige grafada como exije
Tudo bem que errar é humano e qualquer um pode se confundir com o português. Mas, quando estamos falando de enunciados e questões de provas de concursos públicos, maltratar a língua é imperdoável. Afinal, como cobrar que os candidatos acertem tudo se nem mesmo as bancas são capazes de fazê-lo? O problema ganhou destaque depois que um dos enunciados da prova para diplomata do Instituto Rio Branco, cargo dos mais desejados do país, aplicada no dia 25 de março, veio com a palavra “exige” grafada como “exije”. Um erro que, em princípio, não compromete a compreensão da questão, mas que desestabiliza o candidato e afeta a credibilidade das bancas e dos órgãos que promovem o processo de seleção.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta