Pelotão do riso
Mort Walker, pai do Recruta Zero, comemora a longevidade de sua obra
O ano é 1950. Os EUA lutam, na Coreia, uma de suas tantas guerras do século 20. O serviço militar é obrigatório, e as agruras vividas por jovens recrutas em um quartel militar são familiares à sociedade norte-americana. Cotidiano, o assunto transborda para as páginas dos jornais, inspirando o artista americano Mort Walker, 88, a criar as tirinhas de Recruta Zero. De lá até aqui, passaram-se mais de seis décadas. Mas Recruta Zero continua a ser publicado diariamente em todo o mundo. No Brasil, a editora Pixel lançou, em março, revista mensal compilando tirinhas de Zero (64 pp., R$ 4,50). De acordo com pesquisa da Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, 40% dos leitores de HQs preferem histórias e personagens antigos.
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