Bens digitais estão entrando em testamentos
No Brasil, a herança digital também já pode ser incluída em testamentos
Após sobreviver a um acidente de carro, Kelly Harmer, 27, decidiu fazer um testamento. Nele, a chef inglesa incluiu bens que só existem on-line, guardados em servidores, via internet. Sua decisão simboliza algo novíssimo no mundo digital: as pessoas começam a se preocupar com seu legado virtual – ou seja, quem herdará os vídeos, livros, músicas, fotos, e-mails e documentos armazenados apenas na nuvem? Uma pesquisa do Goldsmiths College (Universidade de Londres) mostra que 30% dos britânicos consideram suas posses on-line sua “herança digital” e 5% deles já definiram legalmente o destino dessa herança. Outros 6% planejam fazê-lo em breve. Veja aqui que no Brasil a herança digital já pode em incluída em testamentos e saiba que sites ajudam a planejar destino de dados digitais após a morte.
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