Tecnologia é trunfo do Acampa Sampa
Pequena biblioteca foi montada embaixo do Viaduto do Chá
Os integrantes do movimento Acampa Sampa não participaram da manifestação no Vale do Anhangabaú das Diretas Já, em 1984. Mas, quase 30 anos depois, escolheram o mesmo palco para protestar. Agora, as reclamações pedem desde a renúncia do presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, até o fim do capitalismo. Desde 15 de outubro, 70 pessoas – jovens na maioria – estão acampadas debaixo do Viaduto do Chá, no centro de São Paulo. O movimento se classifica como apartidário. Para provar que não há influência ideológica, na pequena biblioteca montada no local há obras que vão de Karl Marx a Adam Smith. Uma estrutura foi organizada para os manifestantes. Debaixo do viaduto, além do centro de comunicação com computadores e da biblioteca foram improvisados fogão e pia.
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