Livro aberto
Pessoa citada em livro sobre Assis Chateaubriand quer proibição da obra 16 anos depois de sua prublicação
Uma aposentada pede na Justiça a proibição do livro Chatô – O rei do Brasil, publicado em 1994, e indenizações por danos morais e materiais. Segundo a colunista Mônica Bergamo, ela alega ser uma arrumadeira, citada em três páginas da obra de Fernando Morais, com quem Assis Chateubriand tinha relações sexuais e que foi demitida, aos gritos, quando o empresário descobriu que era noiva de outro homem. A 20ª Vara Cível de SP determinou a extinção do processo. Acatou o argumento do advogado da Companhia das Letras, Fernando Lottenberg, de que o caso prescreveu – a aposentada entrou com a ação 16 anos depois da publicação. A defesa da ex-doméstica diz que se baseia em um exemplar de 2009 e que o prazo para prescrição, de três anos, é contado a partir de cada nova edição da obra.
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