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Rumo a uma nova estação editorial

01 de agosto de 2011
1 min de leitura
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Ao comemorar os 25 anos da Companhia das Letras, seu criador Luiz Schwarcz esboça uma empresa menos centralizada em sua pessoa

Começar uma editora com um livro que conta a genealogia da Revolução Russa não parece boa estratégia editorial para conquistar leitores. No entanto, foi com Rumo à Estação Finlândia, do americano Edmund Wilson, que o paulistano Luiz Schwarcz, de 55 anos, inaugurou há um quarto de século, e com surpreendente êxito, o catálogo da Companhia das Letras. Para comemorar a data, a casa lança os quatro primeiros volumes da Coleção Nobel, ao todo 12 livros com sofisticado projeto gráfico de autores premiados. Por enquanto, Toni Morrison, J.M. Coetzee, Kenzaburo Oe e Eugenio Montale. Em outubro, a nova edição de O ano da morte de Ricardo Reis, de José Saramago, que se tornaria um grande amigo do editor brasileiro. Para falar dos 25 anos da editora e da atual situação do mercado editorial, Schwarcz recebeu em sua casa quatro jornalistas do Estado. Confira a entrevista.

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