Do livro eletrônico
Curioso, mas, ao que parece, o engenho não foi anglicizado no Brasil
Não sei se pegou ou não por aí. Os livros-livros, aqueles de papel, já eram e continuam a ser meio novidade e não figuram, segundo consta, dos 50 itens mais populares ou vendidos no Brasil. Com a honrosa exceção de Paulo Coelho e Ivo Pitanguy, ambos membros da Academia Brasileira de Letras. O que me interessa saber é se o pessoal que lê nossos novos e talentosos escritores de meia-idade vai à livraria, ao sebo ou à loja de informática. Aqui, nos Estados Unidos, e mundo afora, o bicho pegou e uma discussão sem o menor interesse corre solta sem ninguém que a contenha. A questão tem três lados. Os que são contra, os que são a favor e os que preferem ler o jornal distribuído grátis no metrô.
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