Orhan Pamuk fala de romance que inspirou museu
Companhia das Letras lança “O museu da inocência”
Enquanto a ficção contemporânea brinca de realidade, Orhan Pamuk levou o jogo além. Em seu novo romance, O museu da inocência (Companhia das Letras, 568 PP., R$ 59 – Trad. Sergio Flaksman), o Nobel turco prorrogou a invenção para a vida real. O livro conta a paixão de Kemal por Füsun, tão intensa que leva o personagem a criar um museu com objetos ligados ao caso de amor. Só que, enquanto escrevia o livro, Pamuk –que aparece algumas vezes na trama– foi montando um museu de verdade com bugigangas que fazem parte da história. Será aberto em breve em Istambul, e um ingresso impresso no livro dará acesso ao local. Sobre o hábito humano de colecionar e sobre esses dois museus, o de verdade e o ficcional, ele falou à Folha. Leia a entrevista.
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