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Constelações de Piglia

17 de abril de 2011
1 min de leitura

O romance entre o campo e a cidade

“A Beba gosta da tranquilidade de Palermo, mas eu, para trabalhar, prefiro estar aqui no centro”, conta Ricardo Piglia, 69, enquanto desliza a porta de ferro que leva ao elevador. Estamos na calle Ayacucho, no coração de Buenos Aires, num pequeno apartamento que foi o antigo endereço de Ricardo Piglia e da tradutora Beba Eguía, juntos há 25 anos, antes de o casal começar a se dividir entre os EUA e a Argentina. Desde 1997, quando Piglia passou a lecionar em Princeton, os dois vivem cerca de metade do ano lá, metade cá. “Vamos?”, pergunta o escritor, que quer logo dar início aos trabalhos: uma entrevista, que tem como mote Alvo noturno, seu mais recente romance (a ser publicado pela Cia. das Letras no segundo semestre), mas que vai se desdobrar também por sua visão sobre a literatura hoje, o cargo de professor de uma grande universidade norte-americana e a Argentina de nossos dias. Confira a entrevista completa com o escritor.

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