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À procura do absoluto

09 de abril de 2011
1 min de leitura

A beleza salvará o mundo, do búlgaro Tzvetan Todorov, trata da busca da plenitude por três escritores: Wilde, Rilke e Marina Tsvetaeva

O filósofo franco-búlgaro Tzvetan Todorov é um mito do ensaísmo literário e histórico. Vivendo na França desde 1963, Todorov publicou mais de 20 livros sobre temas tão diversos como a conquista da América e o pensamento de Jean-Jacques Rousseau. E foi em busca desse ideal que Todorov, hoje com 72 anos, começou a escrever o livro A beleza salvará o Mundo (Difel, 352 pp., R$ 45 – Trad.: Caio Meira), cujo título original, Les Aventuriers de l”Absolu, transmite com precisão a intenção do escritor, a da busca incessante por um estado de plenitude que torne nossa existência menos ordinária e mais bela. Todorov, em entrevista ao Estado, diz que a frase “a beleza salvará o mundo”, retirada do clássico russo O idiota, de Dostoievski, foi fundamental para que ele realizasse esse trabalho de pesquisa sobre realização interior de três grandes escritores, o irlandês Oscar Wilde (1854-1900), o poeta alemão Rainer Maria Rilke (1875- 1926) e a poeta russa Marina Tsvetaeva (1894-1941).

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