Caderno 2: 25 anos
No balanço dos primeiros 25 anos, a capacidade de unir informação e análise
O mistério terminou em um domingo, 6 de abril de 1986, há exatos 25 anos. Na manhã daquele dia, bancas de todo o Brasil receberam o Estadão com a novidade que vinha alimentando colunas de fofocas e temores da concorrência – um caderno totalmente dedicado à cultura, o Caderno 2. Com cara de revista, mas agilidade de jornal, o novo produto surgia com uma missão considerada quase impossível para o Estadão da época: conquistar o público jovem mostrando o lado leve da notícia. “Era um projeto arrojado tanto de marketing como cultural, pois pretendíamos derrubar a Ilustrada (da Folha de S.Paulo), que reinava sozinha”, lembra Luiz Fernando Emediato, o primeiro editor do C2, à frente de uma equipe de 36 nomes.
Leia Também
Gostou deste conteúdo?
Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email
Toda segunda e quinta