Atendimento é diferencial nas pequenas livrarias do RS
E assim vão tentando sobreviver à concorrência
Em um contexto no qual as megastores se apresentam como um bastantão, uma Babel de livros com estoques gigantes, a saída para as livrarias pequenas da Capital é oferecer justamente o que o gigantismo da concorrência muitas vezes não contempla: atendimento pessoal, com conhecimento de causa e fortemente ligado à vizinhança. “Construí um público fiel que frequenta a livraria como parte de um programa cultural. O cliente vem, toma um café, vai a um cinema, passa por aqui. Já tive propostas para ir para outro lugar, mas não imagino a livraria fora daqui”, diz Lu Vilella, que mantém a Bamboletras no Centro Comercial Nova Olaria, em Porto Alegre, há 15 anos. Como outros pequenos livreiros ouvidos por Zero Hora, Lu ressalta que o diferencial de uma loja pequena é a presença, no balcão, de quem conhece os livros, não apenas os vende.
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