Concordata da Borders pode reduzir lançamentos
As editoras são os maiores credores da rede de livrarias
O pedido de concordata da Borders deixou uma longa lista de editoras com um buraco no faturamento. “Se as editoras tiverem sorte, receberão US$ 0,25 para cada dólar”, disse Jed Lyons, presidente da Rowman & Littlefield Publishing, que publica títulos próprios e também distribui livros para outras editoras, por meio de sua National Book Network. Segundo o pedido de concordata, a rede deve US$ 2 milhões à NBN. As editoras são os maiores credores não segurados da rede, com as seis maiores tendo US$ 182 milhões a receber. Em primeiro lugar está a Penguin (USA), que tem US$ 41,1 milhões a receber. A concordata da Borders ocorre ao mesmo tempo em que as vendas de livros físicos e a própria edição de livros se volta cada vez mais para o mundo digital. A rede de livrarias não tem um aparelho para livros eletrônicos próprio e depende de outro varejista para operar seu site de e-books. (The Wall Street Journal)
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