Laselva vai para a rua e testa modelo de conveniência
A primeira loja foi aberta em Brasília e neste ano Maceió e São Paulo também terão suas unidades
Quando o imigrante italiano Onofrio Laselva abriu a primeira livraria que leva seu sobrenome no Aeroporto de Congonhas, zona sul da capital paulista, em 1947, seu objetivo era explorar o “varejo de viagem”. Passados mais de 60 anos, tem sido cada vez mais desafiador fisgar os consumidores de aeroportos, portos e rodoviárias, onde estão quase a totalidade das 69 lojas da Laselva, e a rede de livrarias sentiu a necessidade de se reinventar. A empresa iniciou um projeto piloto de lojas que exploram o conceito de conveniência, onde o cliente encontra desde os tradicionais livros e revistas até roupas, perfumes e cosméticos, passando por CDs, DVDs, suvenires, além de um espaço para tomar um café ou fazer uma refeição. Um novo ponto de venda foi inaugurado no Conjunto Nacional de Brasília, em dezembro, o próximo será aberto no Shopping Maceió, neste primeiro semestre, e o terceiro em São Paulo, no piso inferior da sede da empresa, na Vila Olímpia, zona sul da capital. Em 2010, a Laselva faturou R$ 158 milhões e planeja vendas de R$ 215 milhões para este ano. O tíquete médio está em R$ 20.
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