Pirataria preocupa mercado argentino
Falsificadores estariam se aproveitando de brechas nas leis do país
O aumento do número de casos de pirataria literária na Argentina, com cópias cada vez mais sofisticadas, preocupa a indústria de livros do país. “É um fenômeno que está crescendo. Talvez não seja tão visível como é no Peru, onde a economia informal é intensa. Mas a pirataria de livros está crescendo na Argentina e também no Chile”, disse à BBC Brasil o porta-voz da editora Santillana, Augusto di Marco. Segundo ele, os falsificadores estariam explorando brechas nas leis argentinas e chilenas – mais duras com a pirataria do que as de outros países sul-americanos – para ampliar seus negócios. Especula-se no setor editorial que esta produção regional poderia chegar a 10% ou 15% do volume da indústria de livros. Os livros falsificados são vendidos no varejo até 50% mais baratos do que cópias oficiais.
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