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Livros sem tinta nas salas de aula

01 de setembro de 2010
1 min de leitura

A chegada do iPad obriga as editoras a se adaptarem aos novos tempos de desenvolvimento do formato digital

As famílias americanas se preparam para um novo momento. Alguns carregarão mochilas nas costas cheias de livros impressos. Outros, que têm a sorte de estudar em um lugar que se adapta rapidamente às novas tecnologias, levarão mini computadores ou tablets de menos de um quilo. A explosão dos leitores digitais está obrigando as editoras a se adaptarem aos novos tempos. A Seton Hill University, na Pensilvânia, é uma das primeiras a dar iPads para os alunos. Não se trata apenas de reduzir o peso das mochilas, mas de presenciar um novo estilo de vida que começa nas salas de aula. A Inkling vê o filão da era da interatividade no âmbito educativo e, para romper com a tradição, está criando textos que permitem aos estudantes fazer intercâmbio e comentar a experiência em sala de aula. A Seton Hill, que distribuiu os primeiros iPads em abril, também vai provar esse serviço. A McGraw-Hill já oferece na loja da Apple os quatro primeiros títulos a US$ 2,99 por capítulo ou US$ 69,99 a versão completa.

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