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Cartas de Freud aos filhos revelam um pai amoroso

10 de agosto de 2010
2 min de leitura

A correspondência engloba o período desde a Primeira Guerra Mundial até 1938, antes de Freud deixar a Áustria a fim de escapar dos nazistas

Correspondência com filha preferida e seguidora, Anna, já é conhecida. Porém cartas de Freud aos outros filhos permaneciam, em grande parte, inéditas. Publicadas em Berlim, correspondência revela pai amoroso e liberal. Sob o título Unterdess halten wir zusammen (E no meio tempo ficamos bem unidos), uma edição abrangente dá ao grande público acesso à correspondência entre o pai da psicanálise, Sigmund Freud (1856-1939), e sua prole. O lançamento é da editora Aufbau, de Berlim. Segundo afirma o editor Michael Schröter na introdução do volume de 500 páginas, nenhuma outra fonte mostra tão claramente a relação entre a pessoa e a obra de Freud quanto suas declarações como pai. A edição é complementada por anotações relevantes e dados biográficos sobre Mathilde, Martin, Oliver, Ernst e Sophie. A correspondência engloba o período desde a Primeira Guerra Mundial até 1938, antes de Freud deixar a Áustria, emigrando para a Inglaterra, a fim de escapar dos nazistas.

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