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É a hora da cidade faturar

06 de agosto de 2010
1 min de leitura

Os preços subiram na Festa Literária Internacional de Paraty

É a Flip começar para as ruelas de pedras pé de moleque de Paraty se encherem de figuraças. A poeta Giselle Vianconi é uma delas. Dentro de um vestido de princesa das antigas e chapelão, ela circulava oferecendo o CD que gravou com suas poesias. Numa tarde, ela vendeu quatro discos a R$ 25. É a hora da cidade faturar, comenta a coluna Gente Boa. O brigadeiro das carrocinhas passou de R$ 2,50, da edição de 2009, para os atuais R$ 3. O megapastel gorduroso de carne do quiosque Pastelonni, na beira do rio Perequê-Açu, mata-fome de nove entre dez flipianos, custava R$1 ano passado. Pulou para inacreditáveis R$7.

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