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Furtos ameaçam lucros na Feira do Livro

17 de junho de 2010
2 min de leitura

Expositor contrata vigia para evitar prejuízo; organização diz que casos são pontuais

Somente no fim do evento os expositores fazem o balanço de lucros e prejuízos da Feira do Livro de Ribeirão Preto, mas, antes mesmo do fechamento, livreiros já percebem a falta de alguns títulos. Os corredores pequenos e a aglomeração de jovens são apontados pelos livreiros como fatores favoráveis para a ocorrência de furtos. O furto de cerca de 60 livros em 2009 fez o livreiro Almir Caparros Faga, da Centauro, contratar um vigilante particular neste ano. “O pessoal aglomera, forma grupos e, quando chega um comprador, a gente vai atender, se distrai e, quando vê, o livro já foi”, afirmou. No ano passado, segundo Faga, até mesmo um dicionário Aurélio, que custava cerca R$ 200, foi levado. Para o vendedor Luiz Joaquim dos Santos, da distribuidora Jotapê, no fim do evento sempre há alguma perda. “Todo lugar onde tem muita gente isso pode acontecer. Não é só aqui”, disse. Segundo a presidente da Fundação Feira do Livro, Isabel de Farias, os casos são pontuais. No entanto, houve incremento na segurança, que saltou de 30 para 40 vigilantes particulares. (Folha de S.Paulo, de Ribeirão Preto)

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