Publicidade
Voltar CLIPPING

Pop e protesto dividem literatura turca

12 de junho de 2010
1 min de leitura

As Preces São Eternas, de Tuna Kiremitçi, e A Palavra Perdida, de Oya Baydar, revelam um país esfacelado

Tuna Kiremitçi tem 37 anos, estudou cinema, fala inglês fluentemente e é músico de rock de sucesso. A entrevista à Folha quase não aconteceu devido a uma turnê pelo Leste europeu. Já Oya Baydar, 70, preferiu não responder em inglês -“por não se sentir à vontade”-, mas, sim, em francês (domina também o alemão). Típica representante da elite cultural, lecionou sociologia na Universidade de Istambul, foi presa em 1971 por suas posições de esquerda e exilou-se na Alemanha. Mas a pegada pop de um, que está lançando As preces são imutáveis (Sá Editora, 184 pp., R$ 33 – Trad: Marco S. de Pinto), e a linha de protesto de outra, autora de A palavra perdida (Sá Editora, pp. e preço não definidos – Trad: Marco S. de Pinto), revelam um país complexo e esfacelado pela geografia, religião, etnias e culturas. Leia íntegra das entrevistas com Tuna Kiremitçi e Oya Baydar.

Compartilhar:

Leia Também

Gostou deste conteúdo?

Receba análises exclusivas como esta toda semana no seu email

Toda segunda e quinta
Publicidade