Juliana Motter lança O livro do brigadeiro
Escrito pela doceira de 33 anos, livro conta a história do doce que já completou 65 e apresenta novas receitas
Em 1945, eleitores do brigadeiro Eduardo Gomes promoviam festas para fortalecer a candidatura do militar às eleições para presidente da República. Entre as guloseimas que as moças preparavam para Gomes, que fazia o tipo bonitão, estava um doce em forma de bolinha e preparado com chocolate. O militar perdeu o pleito. Mas o doce em sua homenagem ficou conhecido pelo nome de sua patente: brigadeiro. Hoje, 65 anos depois, essa delícia brasileira ganhou roupagem e condimentos novos. A doceira Juliana Motter, de 33 anos, não é política, mas defende a causa do brigadeiro com fervor. Em O livro do brigadeiro (Panda Books, 96 pp., R$ 36,90), que chega esta semana às livrarias, ela une argumentos nacionalistas e receitas incrementadas numa ode de fazer babar até os menos chocólatras e conta como passou a viver, literalmente, de brigadeiro.
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