Crepúsculo ganha fôlego, apesar de limites marca
Ainda há tempo de licenciar alguns produtos; lançamento do terceiro filme será em junho
O vampiro sedutor Edward e sua namorada, Bella, ficaram – mais uma vez – de fora das gôndolas de ovos de Páscoa, ao contrário de personagens como Shrek, Minnie Mouse e Meninas Superpoderosas. A razão: restrições da autora de “Crepúsculo”, Stephenie Meyer, que é mórmon. Seja por motivos de fé ou não, a série Crepúsculo vem enfrentando empecilhos para vingar no Brasil em produtos licenciados. Em 2009, no lançamento do segundo filme, Lua Nova, apenas um contrato foi fechado – de chicletes. Neste ano, o licenciamento do terceiro longa, Eclipse, fica com a Pro Enter. A empresa revelou que fechou contratos para confecção, calçados, acessórios, chicletes, copos, canecas e chocolates (exceto os tais ovos de Páscoa). Os contratos globais fechados são figurinhas, DVDs e bonecos. “É uma marca com potencial incrível, mas repleta de restrições”, diz Silvana Rocco, diretora de licenciamento da firma. Além da questão religiosa, há uma série de contratos globais que impedem determinadas categorias de serem produzidas no Brasil. “Eclipse” deve estrear nos cinemas brasileiros em junho, e os contratos de licenciamento valem até 31 de dezembro. A taxa de royalty é de 10% para a maior parte dos produtos. Entre as categorias disponíveis estão artigos de cama e banho e relógios. Mais informações pelo e-mail.
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